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PROPÓSITO

A CONEXÃO RÁPIDA, CRÍTICA, ENTRE A IMAGEM E A PALAVRA.

O MUNDO E CONTROVÉRSIA.

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INTERNATIONAL SPACE STATION (Video)


A Estação Espacial Internacional ''International Space Station'' ou simplesmente ISS é um laboratório espacial actualmente em construção. A montagem em órbita da EEI começou em 1998;  a estação encontra-se numa órbita baixa, entre 340 km e 353 km, que possibilita ser vista da Terra a olho nu. Viajando a uma velocidade média de 27.700 km/h, a Estação completa 15,77 órbitas por dia. Representa a permanente presença humana no espaço e tem sido mantida com tripulações de número nunca inferior a dois elementos desde 2 de Novembro de 2000.
A ISS envolve diversos programas espaciais, sendo um projecto conjunto da Agência Espacial do Canada  (CSA/ASC);  Agência Espacial Europeia (ESA); Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA); Agência Espacial Federal Russa (ROSKOSMOS) e Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA) dos Estados Unidos da América.


Vencer o Mundo da Vida Banal
De início creio, como Schopenhauer, que um dos motivos mais fortes conduzindo à arte e à ciência é o desejo de evasão da existência terra a terra com a sua aspereza dolorosa e o seu desolado vazio, de libertação das peias dos próprios desejos eternamente volúveis. É uma força impelindo os que a ela são sensíveis a sair da existência pessoal para o mundo da contemplação e da compreensão objectiva; esse motivo é semelhante à atracção, que leva o habitante da cidade irresistivelmente a sair do seu ambiente barulhento e confuso e procurar a paisagem calma dos altos montes, onde o olhar se espraia pelo ar tranquilo e puro e acaricia as linhas calmas, que parecem ter sido criadas para a eternidade. A esse motivo negativo, porém, alia-se outro positivo. O homem procura formar para si, de qualquer modo adequado, uma imagem simples e clara do Mundo e vencer assim o mundo da vida banal tentando substituí-lo, até certo grau, por essa mesma imagem. É o que faz o pintor, o poeta, o filósofo especulativo e o cientista da natureza, cada um à sua maneira. É dessa imagem e da sua conformação que ele faz o centro da sua vida afectiva, para procurar aquela tranquilidade e segurança que não consegue encontrar no turbilhão demasiado estreito da experiência pessoal. 
Albert Einstein, in 'Como Vejo o Mundo' 

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