Pesquisar neste blogue

PROPÓSITO

A CONEXÃO RÁPIDA, CRÍTICA, ENTRE A IMAGEM E A PALAVRA.

O MUNDO E CONTROVÉRSIA.

A ARTE E A POESIA SOBRE A MESA.

A LIGAÇÃO A OUTROS BLOGUES.

PORTUGAL IMAGES:

PORTUGAL IMAGES:
ENTRER ... LA PORTE EST OUVERTE.

DUBITO ERGO COGITO ERGO SUM

DUBITO ERGO COGITO ERGO SUM
CLICAR NA IMAGEM

Montesquieu e o pensamento político.


O Espírito das Leis, o mais importante livro de Montesquieu publicado em 1748 quando o autor tinha cinquenta e nove anos, é produto de um pensamento elaborado na primeira metade do século XVIII, obra de um pensador, único na sua época, que considerava os problemas políticos em si mesmos, sem ideias pré-concebidas sobre o espírito e a natureza.
Para o pensamento ocidental, desde os sofistas gregos até aos filósofos de princípio do século XVIII, a diversidade das leis demonstrava a instabilidade da justiça humana, sendo que só no direito natural, comum a todas as sociedades, se podia encontrar a unidade original do direito. Mas para Montesquieu o problema não se colocava, já que para ele «a infinita diversidade de leis e costumes humanos não eram produto unicamente das suas fantasias».
O método de Montesquieu consistiu em examinar as leis positivas nas suas relações  entre si, mostrando que, pela sua própria natureza, determinadas leis tanto implicavam como excluíam outras. Havia, por isso, entre as leis positivas, relações naturais de exclusão e de inclusão, dirigidas não pela arbitrariedade de um homem ou de uma assembleia, mas pela necessidade das coisas.
É por isso que que a obra mais famosa de Montesquieu, ocupando-se unicamente das leis positivas, excluindo qualquer investigação sobre as leis naturais, começa pela célebre formulação - «As leis, no seu significado mais lato, são relações necessárias que derivam da natureza das coisas. Há uma razão primitiva, e as leis são as relações que se encontram entre os vários seres, e das relações destes seres entre si.» Estas afirmações estavam de acordo com a ideia da existência de leis universais comuns a toda a humanidade, defendidas pelos racionalistas, mas vão mais além já que em Montesquieu existe um encadeamento entre elas, que faz com que uma determinada forma de governo implique uma legislação específica; assim como a variedade geográfica, a moral, o comércio, a religião acabam por modificar as leis.
Mas, para Montesquieu a vida política de um país não é determinada por uma qualquer fatalidade, já que os homens são livres e «enquanto seres inteligentes violam constantemente as leis que Deus estabeleceu, modificando também as que eles próprios criaram.» Nessa base, as relações que se estabelecem entre os diferentes tipos de leis de uma sociedade, não são nem inexoráveis nem independentes da vontade humana; de facto Montesquieu nunca afirmou que um factor geográfico como o clima determinasse a constituição das sociedades, mesmo que muitos dos seus leitores o tenham concluído.
O objectivo de Montesquieu é descobrir modelos de sociedade que inspirem os legisladores. Sociedades que são muitas vezes apresentadas como instrumentos mecânicos - uma comparação típica do século XVIII - que foram criados e modificados pelo engenho humano e de acordo com relações de necessidade que foram sendo estabelecidas ao longo dos tempos. Modelos que, por terem um desenvolvimento temporal, podem ser analisados por meio da indução histórica, e também da dedução que ilumine o carácter natural e a conveniência dessas relações. 

"Quanto menos os homens pensam, mais eles falam."
Barão de Montesquieu

As Escolas Filosóficas

Não seria mau que se tornassem a mostrar as almas e que a filosofia deixasse de ser apenas uma disciplina ensinável para voltar a constituir um engrandecimento e uma razão de vida; correria talvez melhor o mundo se escolas de existência filosófica agissem como um fermento, fossem a guarda da pura ideia, dessem um exemplo de ascetismo, de tenacidade na calma recusa da boa posição, de alegria na pobreza, de sempre desperta actividade no ataque de todas as atitudes e doutrinas que significassem diminuição do espírito, ao mesmo tempo se recusando a exercer todo o domínio que não viesse da adesão. Velas incapazes de se deixarem arrastar por ventos de acaso, seguiriam sempre, indicariam aos outros o rumo ascensional da vida, não deixando que jamais se quebrasse o ténue fio que através de todos os labirintos a Humanidade tem seguido na sua marcha para Deus. Seriam poucos, sofreriam ataques dos próprios que simpatizassem com a atitude tomada, quase só encontrariam no caminho incompreensão e maldade; mas deles seria a vitória final; já hoje mesmo provocariam o respeito.

Agostinho da Silva, in 'Considerações'

POESIA DO PENSAMENTO


JÁ NÃO VIVI, SÓ PENSO
Já não vivo, só penso. E o pensamento
é uma teia confusa, complicada,
uma renda subtil feita de nada:
de nuvens, de crepúsculos, de vento.

Tudo é silêncio. O arco-íris é cinzento,
e eu cada vez mais vaga, mais alheada.
Percorro o céu e a terra aqui sentada,
sem uma voz, um olhar, um movimento.

Terei morrido já sem o saber?
Seria bom mas não, não pode ser,
ainda me sinto presa por mil laços,

ainda sinto na pele o sol e a lua,
ouço a chuva cair na minha rua,
e a vida ainda me aperta nos seus braços.

8/12/1900 – 19/12/94
Fernanda de Castro, in "E Eu, Saudosa, Saudosa"

GUERNICA



Guernica é um painel pintado por Pablo Picasso em 1937 por ocasião da Exposição Internacional de Paris. Foi exposto no pavilhão da República Espanhola. Medindo 350 por 782 cm, esta tela pintada a óleo é normalmente tratada como representativa do bombardeamento sofrido pela cidade espanhola de Guernica em 26 de Abril de 1937 por aviões alemães, apoiando o ditador Francisco Franco. Actualmente está no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madrid...

FERNANDO PESSOA E SALAZAR


ISTO

Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.

Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.

Por isso escrevo em meio
Do que não está de pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê! 



Como Fernando Pessoa via Salazar…
“António de Oliveira Salazar
Três nomes em sequência regular…
António é António.
Oliveira é uma árvore.
Salazar é só apelido.
Até aí está bem.
O que não faz sentido
É o sentido que tudo isto tem.
Este senhor Salazar
E feito de sal e azar.
Se um dia chove,
A água dissolve o sal,
E sob o céu
Fica só azar, é natural.
Oh, c’os diabos!
Parece que já choveu… “
Fernando Pessoa

NOTA: António de Oliveira Salazar foi Ministro das Finanças por breves meses em 1926. Depois disso, foi novamente ministro das Finanças entre 1928 e 1932; desde este ano foi Primeiro-Ministro até 1968; faleceu em 1970. Instituidor do Estado Novo  (1933-1974, desde 27/09/68 com o Prof. Marcelo Caetano). Fernando Pessoa faleceu a 30 de Novembro de 1935, em internamento hospitalar. Embora seja um poeta universalista, grande parte das suas poesias e escritos só foram do conhecimento público português e estudados nas escolas após 1974.  

A INDEPENDÊNCIA DO HOMEM


Mal podemos acreditar no filósofo a quem tudo deixa indiferente; não acreditamos na tranquilidade do estóico, não desejamos sequer a impavidez, porque a própria condição humana nos lança na paixão e no medo, e são as lágrimas e o júbilo que nos permitem conhecer o que é. Eis por que somente o impulso ascendente nos liberta das perturbações anímicas e não é pela supressão que nos encontramos.

Temos, pois, que nos arriscar a ser homens e, enquanto homens, fazermos o que pudermos para alcançar a independência conquistada. Sofreremos então sem queixume, desesperar-nos-emos sem nos afundarmos, abalados mas nunca completamente derrubados quando suspensos à íntima independência que em nós se gera.
A filosofia, porém, é a escola dessa independência, não a sua posse. 

Karl Jaspers, in 'Iniciação Filosófica'

Karl Theodor Jaspers, (Oldenburg, 23/02/1883 - Basileia, 26/02/1969)
Estudou medicina e, depois de trabalhar no hospital psiquiátrico da Universidade de Heidelberg (Alemanha), tornou-se professor de psicologia da Faculdade de Letras dessa instituição. Desligado de seu cargo pelo regime nazi em 1937, foi readmitido em 1945 e, três anos depois, passou a leccionar filosofia na Universidade de Basileia (Suiça).

POESIA DE CARLOS OLIVEIRA


OLEO DE MÁRIO DIONISIO

Bolor
Os versos
que te digam
a pobreza que somos,
o bolor nas paredes
deste quarto deserto,
o orvalho da amargura
na flor
de cada sonho
e o leito desmanchado
o peito aberto
a que chamaste
amor.
Carlos de Oliveira, in “Poesias”
 

PALHAÇO QUE CHORA


"Mas que espécie vens tu a ser?, perguntou Leo.
Sou um palhaço, respondi eu, e colecciono instantes. Adeus."
Heinrich Böll


"Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da plateia que sorria.

Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político."
Charles Chaplin

Escultura Musical

Mike Tonkin e Anna Liu conceberam uma escultura constituída por 1000 tubos galvanizados que, quando percorridos pelo vento, emitem sons semelhantes ao de flautas ou ao dos órgãos de tubos que existem em igrejas e catedrais. Esta árvore metálica produz sons que variam com a intensidade e a direcção do vento, fazendo com que a escultura produza música aleatória, que pode ser ouvida nesta paisagem inglesa.

PINTURA IMPRESSIONISTA


Washington Maguetas nasceu em Taquaritinga, a 5 de Julho de 1942 é um artista plástico impressionista brasileiro, ícone da sua geração e reconhecido pelas suas belas obras de arte, tanto no Brasil quanto no exterior.
Residente em Taquaritinga, pequena cidade no interior do Estado de São Paulo, possui o seu atelier instalado num ambiente artístico cercado por belas paisagens, lagos, cascatas. 
Washington Maguetas é criador do Trimaismo, escola que usa 3 ou mais recursos técnicos sobre suporte convencionais tela ou painel. 
A suas obra é revelada através de delicadas pinturas que retratam com grande sensibilidade as paisagens tipicamente brasileiras, natureza morta, retratos e interiores:

Felicidade


Senhor, fazei que eu procure mais consolar do que ser consolado, compreender do que ser compreendido, amar do que ser amado. Pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna.




(S. Francisco de Assis)

LIBERDADE RELIGIOSA

Maria Fernanda Fernandes
É professora na Escola Secundária Jorge Peixinho. Formou-se em filosofia na Faculdade de letras da Universidade de Lisboa e lecciona filosofia na Faculdade Sénior de Montijo.

“A liberdade religiosa só é real e compatível com um Estado verdadeiramente laico. Isso implica que as despesas da fé são privadas (pertencem às congregações religiosas e aos seus fiéis) - e não públicas. Neste plano (e apenas neste) a manifestação religiosa é um direito que devemos respeitar. Fora dele, é um atentado e um crime contra a humanidade.”


LIBERDADE


A verdadeira liberdade é um acto puramente interior, como a verdadeira solidão: devemos aprender a sentir-nos livres até num cárcere, e a estar sozinhos até no meio da multidão.
(Massimo Bontempelli)




MACHU PICCHU


Machu Picchu, em quíchua Machu Pikchu, "velha montanha", também chamada "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, actual Peru. O quíchua  (qhichwa simi ou runa simi), também chamado de quechua ou quéchua, é uma importante família de línguas indígena da América do Sul, ainda hoje falada por cerca de dez milhões de pessoas de diversos grupos étnicos da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru ao longo dos Andes. Possui vários dialectos inteligíveis entre si. É uma das línguas oficiais de Bolívia, Peru e Equador.


Machu Picchu foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti, do quíchua Pacha Kutiq "O que muda a Terra", ou "Reformador da Terra", foi o nono governante do Império inca e seu primeiro imperador, entre os anos 1438 e 1471.
O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. As áreas reconstruídas são facilmente reconhecidas, pelo encaixe entre as pedras. A construção original é formada por pedras maiores, e com encaixes com pouco espaço entre as rochas.


Consta de duas grandes áreas, a agrícola formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos e outra urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e mausoléus reais.
A disposição dos prédios, a excelência do trabalho e o grande número de terraços para agricultura são impressionantes, destacando a grande capacidade daquela sociedade. No meio das montanhas, os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias. Segundo a histórica inca foi tudo planeado para a passagem do deus sol.


O lugar foi elevado à categoria de Património mundial da UNESCO, tendo sido alvo de preocupações devido à interacção com o turismo, por ser um dos pontos históricos mais visitados do Peru.
Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, a mais aceite afirma que foi um assentamento construído com o objectivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e o seu séquito, mais resguardado em caso de ataque.


LUCIAN FREUD


O pintor Lucian Freud faleceu em Londres no dia 20 de Julho de 2011 com 88 anos e dupla nacionalidade, alemão, e britânico. Depois de 1939, desenvolveu os estilos surrealista, expressionista e realista, de uma forma marcante e inconfundível:
   


PREGUIÇA


A preguiça envolve a tinta das manhãs.
Uma coberta a invadir a cama o quarto a casa.
A luz é baça e morna.
A vontade um bicho invertebrado.
Por fora da preguiça tudo é vidro.
Preguiça não tem porta.
Só umbrais.
Ranhura em casca de ovo.
A preguiça vencer é um desafio -
transpor a abertura
ousar ir ao combate
sem temer arestas afiadas e
acreditar nos braços promissores do aloés.
Fiodor Vasiliev - Prado Húmido
HALO

HOMENAGEM


Um verdadeiro professor, todos os dias toma a cicuta do estoicismo.    
Se existe profissão bem digna de reverência é a de ser professor, por isso o meu apreço pelo sacrifício e abnegação vai para um amigo de seu nome Fábio Ferreira Brito, muito ilustre e digno professor de literatura portuguesa na Universidade de Letras de de S. Camilo, (Brasil, E.S.) que, gentil, me considera inteligente, sensível e culto:

"I veri amici sono quelli che si scambiano reciprocamente fiducia, sogni e pensieri, virtù, gioie e dolori; sempre liberi di separarsi, senza separarsi mai."  
(A. Bougeard)


Para Fábio a minha dedicatória de gratidão:

“Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”
Cora Coralina
Poetiza e escritora brasileira

A minha homenagem a um grande poeta brasileiro, Mario Quintana:

AH! OS RELÓGIOS
Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...

Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.

Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.

E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém - ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são...

Mario Quintana - A Cor do Invisível

PROJETO DE PREFÁCIO
Sábias agudezas... refinamentos...
- não!
Nada disso encontrarás aqui.
Um poema não é para te distraíres
como com essas imagens mutantes de caleidoscópios.
Um poema não é quando te deténs para apreciar um detalhe
Um poema não é também quando paras no fim,
porque um verdadeiro poema continua sempre...
Um poema que não te ajude a viver e não saiba preparar-te para a morte
não tem sentido: é um pobre chocalho de palavras.
Mario Quintana

RECOMEÇO

A COBARDIA EM ESTATÍSTICA



Aldeia global (estatística de 2006).
Como é que seria a violência sobre mulheres num mundo visto à escala reduzida, numa aldeia global de 1000 pessoas? (os números são baseados nas estatísticas da ONU, OMS e  organizações governamentais e não governamentais):
- 500 pessoas são mulheres;
- Seriam 510, mas 10 nunca chegariam a nascer devido ao aborto, por escolha de sexo ou morreriam devido a cuidados médicos inadequados;
- 300 são mulheres asiáticas;
- 167 dessas mulheres são espancadas ou expostas à violência durante a sua vida;
- 100 dessas mulheres serão vitimas de violação ou de tentativa de violação durante a sua vida.


O VOO DA GARÇA



“Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda.”
Cecília Meireles, em Romanceiro da Inconfidência


A CRIAÇÃO DE DEUS


O Grande Colisionador de Hadrões do CERN (Organisation Européenne pour la Recherche Nucléaire) é o maior acelerador de partículas e o de maior energia existente do mundo. O seu principal objectivo é obter dados sobre colisões de feixes de partículas, de protões, partícula "subatómica" que faz parte do núcleo de todos os elementos a uma energia de 7 TeV  (1,12 microjoules) por partícula.


O laboratório localiza-se num túnel com 27 km de circunferência, bem como a 175 metros abaixo do nível do solo na fronteira franco-suíça, próximo de Genebra, Suíça. O ensaio atingiu, o seu máximo pretendido em 2010. Explicando a experiência, pretendem os físicos conhecer a chamada “partícula de Deus”, que após o "Big Bang" na colisão de partículas entre matéria e antimatéria, gerou a matéria, mas falta identificar a partícula que fez com que a matéria saísse vitoriosa e criasse o cosmos em expansão e a eterna luta dos contrários.

Génesis "Faça-se Luz"

Há grande polémica entre cientistas sobre esta experiencia, à qual alguns alegam poder gerar um enorme “buraco negro” na Terra, cujas consequências são imprevisíveis.


CURIOSIDADES INTERESSANTES DO FOLCLORE


tarantella napoletana



La tarantella é uma dança de namoro de um casal ou casais, graciosa e elegante que apresenta uma música característica.  Conta a história que a dança da tarantella supostamente curativa ou sintomática, foi dançada a solo por uma suposta vítima atacada por uma "tarântula" (a viúva negra do Mediterrâneo); a agitação que durou várias horas ou mesmo até dias que pretende pelo suor expelir o veneno, fundou a música característica. Outras formas de dança foram e ainda são as danças do par (nem sempre por um casal de sexos diferentes), geralmente quer pelo namoro ou imitando uma luta de espadas. A confusão parece chegar a partir do facto de que as aranhas, os seus portadores "tarantolati" e as danças têm nomes semelhantes aos da cidade de Taranto, ou da província com o mesmo nome .