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QUAL FUTURO?

Esta imagem acima, de fina louça, que no seu conjunto representa um urso polar branco, um pinguim rei e um panda, num futuro próximo vai ser assim, mera recordação... de museu e vídeo. E esta abaixo, como vai ser? 
A NATUREZA chegou ao limite sustentável e agora reclama. Já não há retorno mesmo que hoje fosse “zero” as emissões de gases que provocaram o AQUECIMENTO versus ARREFECIMENTO global, dito “efeito de estufa”. Não há local no mundo que não sofra as suas consequências. O nosso século vai ser catastrófico... sem Nostradamus nem apocalipses bíblicos, calendários Maias ou outras profecias  messiânicas; os dados foram lançados e as previsões são meramente científicas.
      Todas as civilizações conceberam os seus deuses "pagãos", conforme as suas vivências, costumes, culturas e necessidades. É fascinante a mitologia grega que tanto tem inflamado escritores, poetas e estudiosos. A Atlântida continua na enigmática penumbra dos mistérios.  
Ainda para a engenharia da actualidade, apesar de muitas hipotéticas explicações históricas, continua a ser um mistério a construção das pirâmides do Egipto e a projecção da luz do farol de Alexandria; os antigos conhecimentos astronómicos dos Maias e outros incógnitos conhecimentos da antiguidade que hoje se vão descortinando e surpreendendo a ciência que, só agora, com as novas tecnologias vai fazendo emergir.    
                Voltando à actualidade mas projectada no que parece ser um futuro pouco promissor e não muito distante: no âmbito da engenharia genética, da nanociência e nanotecnologia que são já tão suficientes para antever o imaginativo do que poderá vir a ser a sociedade ainda no nosso século e, por que não, no séc. XXII que se aproxima a passos largos, já a poucas gerações: O homem poderá vir a ser máquina ou super-homem dotado de poderes que a nossa fantasia ainda considera ficção. Inevitavelmente, assim, o homem separa-se de Deus e Nietzsche, sem culpa nem dolo, voltará a inflamar vontades.
A ciência já atribui como certa, sem retorno, a degradação do planeta com catastróficas consequências para a humanidade. Sabemos pela história que as necessidades colectivas, sede e fome, geram conflitos perdurantes tal como foi a peste negra sem remédio, que se propagava tal sombra como quando o Sol se põe. Certamente não será o fim porque a noite dá lugar ao dia, a escuridão à luz e assim sucessivamente "per omnia saecula seculorum"  mas o pior é a "penumbra" que não é uma nem outra.
      http://www.compute-rs.com/pt/conselho-519943.htm

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