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UTOPIA


Utopia tem como significado o conceito de civilização ideal, podendo referir-se a uma cidade ou a um mundo imaginário no futuro ou no presente. A palavra utopia tem origem dos filósofos gregos radicais, “ou” não “tópos” lugar, “não-lugar” ou lugar não existente mas que pode existir e, também, do latim tardio utopia, que Thomas More decidiu escrever sobre um lugar novo e puro onde existiria uma sociedade perfeita ou país imaginário em que tudo está organizado de uma forma superior. O utopismo é um modo optimista de ver as coisas como gostaríamos que elas fossem. Muitos autores, como Arnhelm Neusüss (sociologia do conhecimento), têm defendido que as utopias modernas são essencialmente diferentes das suas predecessoras. Outros dizem que em rigor as utopias só se dão na modernidade e chamam cronotopias ou protoutopias às utopias anteriores à obra de More. Desde esta perspectiva, as utopias modernas estão orientadas para o futuro. Assim as utopias expressam uma rebelião frente ao dado existente na realidade e propõem uma transformação radical, que em muitos casos passa por processos revolucionários. O sociólogo Karl Mannheim considera utopia como um plano de mudança social; critica a definição de "sonho irrealizável", pois só podemos saber se um sonho é ou não irrealizável depois de ter sido vivido, posto à prova. As utopias têm derivações no pensamento político, como por exemplo nas correntes socialistas ligadas ao marxismo e ao anarquismo, literário e incluindo cinematográfico através da ciência e ficção social. Agostinho da Silva dizia que é necessário ver a ideia do futuro não como muita gente a vê, como uma coisa impossível de se realizar, mas sobretudo, como uma coisa possibilíssima de ser ultrapassada de tal maneira que nós nem pudéssemos entender.

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